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missão pastoral

projetos e equipas

Diretor Justiça e Paz - Padre Paulo Simões

 

O Justiça e Paz é feito de muitos rostos e de sonhos feitos realidade. Muitas pessoas passam todos os dias pela nossa casa, muitas outras visitam-nos pontualmente. Mas assumem um grau de pertença especial ao Justiça e Paz todos aqueles que são membros dos nossos grupos, dando vida à nossa Missão Pastoral.


Conheça nesta secção o nosso Plano Pastoral e os nossos Projetos e Equipas com as respetivas atividades. Encontrará ainda nesta secção os Serviços Autónomos de Pastoral, muitos dos quais têm sede no Instituto.

 

 

TEMA ANUAL 2016-2017

ENTRAR EM CAMPO

O campo é o mundo.
Mt 13, 38

 

Começa um novo ano letivo e pastoral (é assim que lhe chamamos entre cristãos) com o mundo diferente: mais medo, mais muros, mais problemas económicos e financeiros... Mas também mais solidariedade, mais criatividade, mais projetos em favor da comunidade. O que nos está ser dito? Que desafios colher deste tempo novo?

 

Portugal ganhou o Campeonato da Europa! A Polónia acolheu dois milhões de jovens – e entre eles o Papa Francisco – na Jornada Mundial da Juventude. Estivemos lá! Que desafios ficaram?


Penso que o primeiro desafio é pensarmos qual é o nosso campo de atuação. Em que campo jogamos? Certamente não no campo do Stade de France da final do Campeonato da Europa. Não no campus misericordiae da “final” da Jornada Mundial da Juventude. O que está em jogo é o campo da história, do mundo, do nosso tempo, da nossa sociedade, da nossa comunidade eclesial, dos nossos amigos, da nossa família. Mas também o campus da Universidade, do Instituto e da Escola superior, verdadeiro campo de missão.

 

O Instituto Universitário Justiça e Paz nasceu em Coimbra num dos campos de ação da Igreja Católica: a Pastoral do Ensino Superior. Nasceu como árvore neste campo e por isso, contribui para que a Igreja seja Igreja junto e nas instituições da educação superior em Coimbra.


Para compreendermos melhor o desenvolvimento do Justiça e Paz, é necessário recordar as três raízes desta árvore já bem grande, todas elas pastorais, cravadas no bom húmus do início dos anos 70. É a partir de cada uma delas que florescem os diversos projetos da nossa casa:


a)     Espiritualidade e fé. Alimentados por esta raiz, crescem o SPES (projeto de estudantes do Justiça e Paz para todos os estudantes do ES em Coimbra), que vai comemorar em Abril 17 anos, o PDF (projeto A Porta da Fé, para a formação da fé, iniciação cristã e compromisso cristão da comunidade académica), que avança para o seu quarto ano, e a Comunidade das 19, que sendo aberta a toda a comunidade do ES, constitui também um importante apoio para quem caminha com o Justiça e Paz.


b)     Evangelho e cultura. Esta é a raiz donde bebe o TEAR, que começa o seu quinto ano. O TEAR – projeto que visa Tecer a Espiritualidade com a Arte e a Reflexão – ganha este ano uma nova equipa, assente em colaboradores das instituições de ensino superior, bem como um novo programa que acentua a sua matriz cristã e seu caminho espiritual. O TEAR passa a assumir a missão do debate fé e cultura do Instituto Justiça e Paz.


c)     Ação-social e voluntariado cristão. Neste pilar se concretizam dois projetos do Instituto para apoio dos estudantes: o Fundo Solidário, que avança para o seu sétimo ano, e o NExT (Núcleo de Explicações Voluntárias), que começa o seu ano 4. Estes projetos priveligiam o voluntariado, conduzido por valores humanos e cristãos.


É em função do desenvolvimento pastoral destas três raízes que existem e se organizam os bens e serviços do Instituto, desde o próprio edifício, ao restaurante e às salas, cedidas à comunidade, não esquecendo a capela. Estes serão sempre meios do Instituto em função do seu fim que é a pastoral.


O segundo desafio é entrar em campo. Não estamos com certeza a contar entrar no campo de futebol. Aí continuaremos a seguir com entusiasmo o trabalho do nosso selecionador. Mas temos aí uma bela metáfora, apresentada pelo próprio Papa Francisco aos jovens no Rio de Janeiro em 2013:


O campo, para além de ser um lugar de sementeira, é lugar de treino. Jesus pede-nos que o sigamos por toda a vida, pede que sejamos seus discípulos, que “joguemos na sua equipa”. Ora bem, o que faz um jogador quando é convocado para jogar numa equipa? Deve treinar, e muito! Também é assim a nossa vida de discípulos do Senhor. Jesus oferece-nos algo superior à Copa do Mundo [portanto superior ao Campeonato da Europa]! É o que nos oferece Jesus, mas pede para pagarmos a entrada; e a entrada é que treinemos para estar “em forma”.


Se, no Rio, Francisco falava do treino para entrar em campo, já em Cracóvia, novamente na vigília da Jornada Mundial da Juventude, agora no campus misericordiae, ia mais longe:


O tempo que hoje estamos a viver não precisa de jovens no banco, mas de jovens com as botas, ainda melhor, com as chuteiras calçadas. Este tempo aceita apenas jogadores titulares em campo, não há lugar para suplentes. O mundo de hoje pede-vos para serdes protagonistas da história, porque a vida é bela desde que a queiramos viver, desde que queiramos deixar uma marca. Hoje a história pede-nos que defendamos a nossa dignidade e não deixemos que sejam outros a decidir o nosso futuro. Não! Nós é que devemos decidir o nosso futuro; vós, o vosso futuro. E tu, que Lhe respondes? Que resposta Lhe dás tu? Sim ou não?


Não quer assim o Papa Francisco que fiquemos no banco. Todos titulares! Já Fernando Santos dizia pouco antes do Campeonato Europeu: «Tenho 23 jogadores e são todos titulares.» Deus não nos pôs na vida para sermos suplentes mas para sermos titulares! Aceitamos jogar na sua equipa? «Que resposta Lhe dás tu? Sim ou não?»

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